IMPLANTES HORMONAIS

Terapia Hormonal

A partir dos 25 anos começamos a envelhecer e isto acontece principalmente porque os nossos hormônios começam a cair progressivamente.

Hoje temos a possibilidade de repor os hormônios à medida que eles ficam insuficientes e passam a afetar nossa saúde negativamente.

Através da biotecnologia, temos os hormônios isomoleculares, antes conhecidos como hormônios bioidênticos, que são idênticos aos hormônios produzidos pelo nosso próprio organismo. Esses hormônios se ligam com precisão aos receptores celulares, devolvendo a funcionalidade biológica das nossas células, tecidos e órgãos e com isso, resgatando nossa saúde e vigor!

Após a consulta médica e a realização de exames, é feito o diagnóstico dos distúrbios hormonais e metabólicos e então proposto o tratamento.

A reposição hormonal poderá ser feita através da prescrição de hormônios que podem ser adquiridos em farmácias, podem ser manipulados (na forma de géis ou adesivos) ou através de formas injetáveis ou dos implantes hormonais, que são inseridos embaixo da pele.

 

Saiba mais sobre hormônios e envelhecimento:

utero

Climatério

Caracteriza o fim da fase reprodutiva da mulher, dos 40 aos 65 anos, e, portanto, o início da senilidade.

A partir dos 40 anos a mulher passa a sofrer as consequências do envelhecimento ovariano, e com as mudanças hormonais, provocam alterações do ciclo menstrual, dos quais 40% já não têm ovulação. As flutuações nos hormônios estrogênio, testosterona e progesterona podem fazer com que seus períodos menstruais se tornem irregulares, provoquem alterações no humor, na libido e na saúde em geral.

Muitas vezes é neste período que a mulher é acometida pelo Transtorno  do Desejo Sexual Hipoativo provocado pelo déficit da Testosterona.

Aproveite e saiba mais sobre reposição de Testosterona para mulheres:

Menopausa

Diagnosticada quando uma mulher não menstrua há pelo menos 12 meses. A idade média para o início da menopausa no Brasil é de 48 anos, mas também pode ocorrer já aos 30 anos (menopausa precoce) ou quando há remoção cirúrgica dos ovários e outras condições e tratamentos médicos que possam induzir à menopausa.

A menopausa, se não tratada com a reposição hormonal, pode provocar e acelerar doenças como obesidade, diabetes, envelhecimento precoce ( na menopausa a mulher só consegue produzir 35% do colágeno que ela precisa), depressão, insônia, perda de massa muscular, perda de massa óssea e osteoporose, incontinência urinária, distúrbios sexuais, declínio cognitivo, câncer, infarto, AVC, artrose, e tantas outras patologias que acomete as mulheres após os 50 anos.

Andropausa

Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino

Conhecida como a “menopausa” do homem, provocado pela redução nos níveis de testosterona masculina. Este quadro leva a uma aceleração do envelhecimento e maior predisposição a doenças cardiovasculares, como hipertensão arterial, diabetes, infarto cardíaco, AVC, baixa massa muscular (sarcopenia), obesidade, baixa massa óssea e osteoporose, depressão e outros distúrbios do humor, fadiga, distúrbios sexuais (falta de libido, alterações na ereção e desempenho sexual), redução do desempenho cognitivo e  raciocínio, da segurança e auto-estima masculina.

Assim como a menopausa, deve ser tratada com a reposição hormonal isomolecular (bioidêntica). Neste caso, com o uso da testosterona, que pode ser aplicada nas formas de gel através da pele, implantes hormonais inseridos sob a pele e injeções.

Conheça a Andropausa:

Transtorno do Desejo Sexual

Hipoativo

Os níveis de testosterona observados em mulheres aos 40 anos de idade representam aproximadamente a metade daqueles vistos aos 21 anos. Isto leva a um conjunto de sintomas clínicos:

  • Alteração da função sexual, incluindo a diminuição da libido (desejo sexual), da receptividade sexual e do prazer
  • Diminuição da sensação de bem-estar
  • Mudanças repentinas e transitórias do estado de ânimo, tais como sentimento de tristeza, pesar, angústia.
  • Fadiga persistente sem causa conhecida
  • Persistência de sintomas vasomotores (calores, palpitações etc.) ou de diminuição da lubrificação vaginal em mulheres pós-menopáusicas sob terapêutica estrogênica apropriada
  • Perda da massa óssea e comprometimento da força muscular
  • Alterações na cognição e na memória
  • Afinamento ou rarefação dos pêlos pubianos

Anorgasmia

Orgasmo é uma reação do sistema nervoso parassimpático aos estímulos provenientes dos órgãos genitais. Na mulher a anorgasmia é a condição que ocorre quando ela não consegue atingir o orgasmo mesmo estando sexualmente excitada e havendo estimulação sexual suficiente. A anorgasmia afeta 35% das mulheres no Brasil conforme estudo publicado na Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., Recife, 7 (2): 143-150, abr. / jun., 2007.

Pode acontecer por distúrbios hormonais e em neurotransmissores, alterações psicológicas, problemas de relacionamento, efeitos colaterais de medicamentos, doenças entre outras.

O orgasmo e uma vida sexual satisfatória são parâmetros de qualidade de vida! Leva ao relaxamento físico e emocional, alívio das tensões e sensação de bem-estar, melhorando o funcionamento do nosso corpo, inclusive a nossa imunidade.

Portanto, procurar ajuda é fundamental.

Aproveite e acesse:

Hipotireoidismo


É uma disfunção na tireoide (glândula que regula muitas funções, dentre elas o metabolismo), que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Pode acometer qualquer pessoa, independente de gênero ou idade, até mesmo recém-nascidos – o chamado hipotireoidismo congênito.

A principal causa é a tireoidite de Hashimoto, que é uma inflamação auto-imune crônica da tireoide. Os estudos atuais apontam uma correlação de causa e efeito entre as intolerâncias alimentares, intestino e a produção de auto-anticorpos, como ocorre na tireoidite.

O hipotireoidismo, se não tratado, pode provocar depressão, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol no sangue entre outros.

Fadiga Crônica


Pode ser provocada por distúrbios hormonais como da adrenal (cortisol), tireoide, hormônios sexuais e outros.

Também pode ser decorrente de disfunções mitocondriais, que são as organelas produtoras de energia para as células, ou mesmo decorrente de deficiências nutricionais.

É um quadro que leva ao desânimo, à falta de motivação e pode progredir com depressão.

Além disso, se a causa for disfunção do eixo adrenal cortisol, o paciente pode sofrer de hipotensão, principalmente postural (pressão baixa com tontura ao se levantar), compulsão por doce ou sal, fraqueza muscular, dores musculares, insônia e sonolência durante o dia, principalmente pela manhã ao acordar e final de tarde.

TPM


Provocada pela predominância estrogênica, que é relacionada com o excesso de estrógenos devido à contaminação ambiental (xenoestrogênios) e pouca paridade. Acomete 8 em cada 10 brasileiras em idade reprodutiva, provocando sintomas de irritabilidade, ansiedade, depressão, compulsão alimentar, mastalgia (dores nas mamas), distensão abdominal, retenção líquida e cefaleia, nos dias que antecedem a menstruação.

O tratamento integrativo vai desde as orientações nutricionais, suplementação vitamínico-mineral, fitoterapia, até o tratamento hormonal com Progesterona em gel ou os implantes hormonais. Melhora o humor, o sono, reduz o fluxo menstrual, a retenção líquida, as compulsões alimentares e oscilações do humor, devolvendo equilíbrio a vida da mulher!

Dismenorréia


Dor menstrual intensa, que geralmente é acompanhada por alto fluxo menstrual.  A predominância estrogênica é uma das principais causas. O tratamento devolve conforto e qualidade de vida a mulher!

Endometriose

É uma doença ginecológica de caráter inflamatório e benigno, caracterizada pela presença de tecido endometrial ectópico (fora do útero). Grande causadora de dismenorreia, dor às relações sexuais, dor em baixo ventre e infertilidade.

O tratamento visa reduzir a inflamação, com o uso de suplementos, fitoterápicos, orientação nutricional adequada.

O tratamento hormonal na endometriose é fundamental e pode ser feito com a progesterona ou a gestrinona. Esta última através de gel intra-vaginal ou implante hormonal, que é vulgarmente conhecido como o “chip da beleza”, por provocar aumento da massa muscular.

Para saber mais acesse o vídeo:

S.O.P.

É a doença endócrina mais comum na fase fértil da mulher (menacme)

Está relacionada à resistência à insulina e a hiperinsulinemia está presente em praticamente todas as pacientes, aumentando o risco para obesidade e doenças cardiovasculares.

As pacientes apresentam dois ou mais destes três, na ausência de outros distúrbios hormonais:

  • Acne
  • Alopécia: queda de cabelo
  • Ciclos menstruais irregulares
  • Hirsutismo (aumento da quantidade de pelos na mulher em locais comuns ao homem)

Deve ser tratada de forma integrativa, abordando todas as condutas que melhorem o metabolismo do açúcar e insulina.

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